Crie - Centro de Relacionamento da Inovação e do Empreendorismo

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Novidades

12/08/2013

Designer Educacional: Um novo profissional.

O Instituto Crie está programando para o mês de outubro o primeiro Curso de Formação de Designer Profissional.

O Designer Educacional tem como função extrair das teorias educacionais, encontradas nas fontes bibliográficas, nos meios digitais e na vivência prática, instrumentos para garimpar o conteúdo bruto e torná-lo um precioso curso. Por isso, deve explorar os conceitos pedagógicos e sócio-culturais referentes à cognição do aluno, principalmente com relação à aprendizagem e seus estilos e às formas de avaliação. Descobertas as diretrizes que serão seguidas, o segundo momento é o de extrair as riquezas dessas teorias, fazendo a transposição destas para a prática, conforme é citado por Freitas em “O designer instrucional como um lapidário: da lapidação do conteúdo bruto à transformação em um precioso curso.”

É no momento da extração das teorias educacionais que muitos designers ficam “batendo a picareta contra a rocha”. Não sabem qual
instrumento é o mais adequado para determinado tipo de extração e se essa  ação está sendo realizada da forma correta, sem degradar a área e sem  provocar alterações irreversíveis na condição primária das pedras e metais  preciosos.

Ao não observarem os pressupostos pedagógicos os designers educacionais podem acabar “passando por cima” dos conhecimentos pedagógicos e andragógicos aprendidos nos cursos de formação.

O Cursos será de 32 horas/aula e terá o seguinte conteúdo programático:

Pedagogia x Andragogia
Didática de Ensino
Metodologias de ensino e aprendizagem
Ensino, aprendizagem e mobilidade – e-learning
Uso de acervos digitais
Uso de midias sociais
Branding Educacional
Design de cursos
Longlife learning

Para maiores informações e reservas de vagas envie e-mail para crie@crie.org.br.

 

 

 

12/08/2013

Os anjos das startups se multiplicam no Brasil

São Paulo – Quando ainda era um estudante de engenharia na escola politécnica da Universidade de São Paulo, em 1998, Romero Rodrigues e mais três amigos criaram um sistema de captura de palavras na internet. Ele viraria o Buscapé, site que faz comparação de preços gratuitamente.

Em 2009, o Buscapé foi vendido para o grupo sul-africano Naspers por 342 milhões de dólares. Romero, então com 32 anos, levou boa parte da bolada  e virou um símbolo de sucesso do empreendedorismo no Brasil. Sua trajetória talvez não tivesse sido a mesma se, no fim da década de 90, não tivesse encontrado o investidor Aníbal Messa pelo caminho.

“Romero prometeu me pagar uma pizza se desse uma força para fazer o plano de negócios dele, e eu acabei colocando alguns milhares de dólares como sócio”, diz Messa, que era consultor da McKinsey quando investiu no Buscapé. Mais do que um sócio na fase inicial, Messa foi um anjo.

É esse o termo usado para o investidor que põe dinheiro numa startup antes de ela nem sequer ter receita ou quando ainda fatura muito pouco. Esse valor costuma variar de 50 000 a 500 000 dólares. “Mas o que define o investimento-anjo não é apenas a quantia, e sim o fato de serem recursos próprios do investidor e de ele orientar e apoiar o empreendedor”, diz Cássio Spina, fundador da associação Anjos do Brasil, criada há dois anos.

Ele tem investimentos em seis startups. A mais bem-sucedida até agora é uma empresa que inventou um aplicativo para pais monitorarem os filhos por GPS e serem avisados quando entram e saem da escola. Spina colocou 600 000 reais nessa startup, a TWT Digital, há um ano e meio.

Hoje, estima que seu capital tenha se valorizado em quase 700%. O anjo também ajuda promovendo contatos com outros possíveis investidores e conhecedores do ramo, dando dicas sobre como melhorar o negócio e até emprestando espaço físico para oempreendedor trabalhar, como o próprio Messa fez com Romero em 1999.

“Quando você é um sócio, mesmo tendo uma parcela pequena, o nível de comprometimento ao dar conselhos é muito maior”, diz Rodrigues.

Agora que é considerado uma espécie de veterano da área de tecnologia, Rodrigues, além de se manter como presidente do Buscapé, também faz o papel de anjo. Há quatro anos, vem usando sua experiência no comércio online — e uma fração da fortuna pessoal — para ajudar startups.

Um exemplo: a Grubster, que dá descontos aos clientes de restaurantes que os visitem fora dos horários mais cheios. Messa, o anjo de Rodrigues, investe junto na Grubster. “Eu quero fomentar aqui uma lógica que é comum no cinema de Hollywood”, diz Rodrigues. “Quem passa pelo ciclo do negócio e alcança o sucesso como ator ou diretor, volta e investe em quem está começando a produzir filmes.”

Rodrigues já está em seu décimo investimento-anjo. Outro investidor tarimbado na tecnologia, Flávio Jansen, ex-sócio do site de compras Submarino, depois transformado em B2W com sua incorporação pela Lojas Americanas, tem cinco empresas protegidas — além de exercer a função de presidente da Locaweb, uma hospedeira de sites.

O site de roupas femininas Oqvestir, inaugurado por duas advogadas e uma jornalista em 2009, recebeu investimento-anjo de Jansen no ano seguinte, além de preciosos encontros semanais para aconselhar as empreendedoras. A entrada dele no negócio foi vital para que a Oqvestir ganhasse tamanho suficiente para atrair fundos de capital de risco como o americano Tiger, em 2011, e o argentino Kaszek, dos fundadores do Mercado Livre, em 2012.

Fonte: http://exame.abril.com.br/revista-exame/edicoes/1046/noticias/os-anjos-dos-negocios

01/02/2013

Taxa de mortalidade das micro e pequenas empresas é menor em São Paulo na comparação com Brasil

Por: Alice Assunção

 

Com base em registros da Receita Federal, Sebrae-SP estima que 23% das empresas micro e pequenas em São Paulo não sobrevivem por dois anos.

De cada 100 empresas abertas em São Paulo, 77 rompem a barreira dos dois anos, o equivalente a uma taxa de mortalidade de 23% no estado. A informação foi divulgada nesta quarta-feira (10/10) por Bruno Caetano, superintendente do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae-SP), durante o VII Congresso da Micro e Pequena Indústria.

O dado é resultado de uma apuração do Sebrae-SP sobre as movimentações de todas as empresas de pequeno porte registradas na Receita Federal. “Então não há margem de erro”, afirmou Caetano.

A taxa de sobrevivência das empresas micro e pequenas paulistas é superior ao patamar nacional. De 100 empresas abertas no Brasil, 73 completam dois anos de vida, ou seja, 27% fecham antes deste período.

“O que a gente observa também é que as taxas de sobrevivência do setor industrial são superiores àquelas observadas no comércio e no serviço”, disse o especialista do Sebrae-SP. De cada 100 empresas de micro e pequeno porte, no entanto, apenas 11 são do setor industrial.

 

Fonte: http://www.fiesp.com.br/noticias/taxa-de-mortalidade-das-micro-e-pequenas-empresas-e-menor-em-sao-paulo-na-comparacao-com-brasil/

11/12/2012

Soft Skils – As competências que abrem portas

Por: Waleska Farias

 

A expressão soft skills tem dado o que falar nas esferas corporativas. Na verdade, trata-se de um termo sociológico em referência às pessoas que possuem um bom nível de inteligência emocional (QE = Quociente de Inteligência Emocional), sustentado por habilidades que têm impacto direto na qualidade das relações interpessoais e que configuram a excelência na interface com o outro. São atrativos do perfil profissional que respondem pelo sucesso ou fracasso do processo de socialização e interação entre os grupos nas células de trabalho.

Resiliência, jogo de cintura, comunicação acessível, empatia e otimismo são traços que sinalizam a capacidade que o profissional tem de contornar situações e conquistar a simpatia e o apoio das pessoas pela maestria com que lida com elas.

 

Não é raro, após reuniões mais acaloradas nas empresas, ouvir comentários a respeito daquele profissional que consegue fugir de posturas ostensivas, posicionando-se com maturidade e oferecendo colocações razoáveis e oportunas. Pensam com isenção, sem melindres, pois não tomam como pessoais as posições contrárias às suas. Esse padrão comportamental converge à estrutura das competências sociais e é muito significativo quando avaliado pelo valor agregado que proporciona às organizações.

 

O quociente emocional

 

O quociente emocional é um componente de fundamental importância enquanto contribuição do profissional para o sucesso das relações de trabalho nas empresas. Lidar com pessoas que validam os recursos advindos dos processos de autoconhecimento e autogestão é um beneficio direto, pois em vez de trabalharem no “self” e agirem de modo reativo ao que não os favorece, conseguem manter um bom entendimento com as pessoas pela disposição que têm em lidar com o outro, conquistando assim sua credibilidade.

 

Em um universo onde a maioria dos problemas nas empresas advêm do entrave nas relações interpessoais, ser mestre na arte de relacionar-se com o outro pode configurar o abre portas para uma carreira de sucesso. Por este motivo, as habilidades comportamentais corroboram cada vez mais o perfil do profissional ambicionado pelas empresas. Em posições de liderança, aqueles que conseguem incluir a percepção do outro na sua realidade, geralmente, tornam-se referência para suas equipes e contribuem para construção de um diferencial de conduta.

 

Você consegue imaginar um gestor que, no desafio de liderar pessoas, afirme que “o resultado prático de um grupo independe da quantidade de sorriso, de por favor, de obrigado e de cuidados dispensados aos seus colaboradores?” Ou mesmo que “gentilezas põem a mesa, mas não garantem o jantar”? Como construir alianças em prol de resultados comuns sem privilegiar o engajamento? Se o ser humano por condição natural é carente de insumo emocional e as relações para serem justas devem oferecer troca, que ganho existe numa relação onde um não legitima o “ser” do outro?

 

A despeito daqueles que ainda resistem ao autodesenvolvimento por estarem reféns do jeito robótico de ser, percebe-se um movimento crescente das instituições de ensino e empresas de diversos segmentos investindo cada vez mais no conceito sutil da condição humana como garantia da sustentabilidade das relações de trabalho e preservação dos resultados.

 

Sentimentos e emoções ignorados afetam comportamentos, dificultam relacionamentos e anulam os resultados das iniciativas inclusivas e participativas, comprometendo a sustentabilidade das relações de trabalho. Tratar bem as pessoas, decididamente, é e sempre será um excelente recurso em garantia à longevidade dos negócios pessoais e profissionais.

E sobre você? Quais dos seus traços de personalidade ilustram o conceito de soft skills?

 

Fonte: http://www.empreendedoronline.net.br/soft-skills-competencias-que-abrem-portas/

25/11/2012

Empresas à espera de um milagre

Por Fábio Ayçar

 

Uma situação a qual sempre me deparei ao longo dos mais de 25 anos atuando junto ao “mundo corporativo”, são empresas que acreditam em mágica ou, pelo menos, parecem contar com algum tipo de intervenção mística sobrenatural.

 

Explico.

Muitas empresas não têm estrutura, conhecimento ou controles mínimos para operarem e vão “tocando” seus negócios, apagando incêndios gigantescos, definhando ante o mercado. Não estou falando do desafio natural de qualquer negócio ou dos problemas que sempre aparecem, pois, enfim, se não houvesse os problemas, qual a necessidade de tomadores de decisão?

 

Só para citar um exemplo, há alguns meses me deparei com uma empresa em que toda precificação, venda, controle de estoque, controle de vendas, demonstração de produtos e outras atividades cruciais, ficavam a cargo de um funcionário com ensino fundamental. O pobre realizador de milagres fazia o máximo, mas deixava furos gigantescos. Ninguém sabia ao certo os resultados das operações, tudo era um grande mistério. Os donos tornaram-se reféns da memória do esforçado trabalhador. Somente ele sabia como tudo funcionava. É uma típica empresa que vive por milagre.

 

Estas, geralmente contratam funcionários com habilidades muito abaixo das necessárias, não os treinam e esperam que, milagrosamente, uma força divina faça que tudo de certo.

Há empresas que entendem que não estão dando conta e chamam um consultor, porém o fazem com ‘fé’, como se chamassem um xamã, alguém envolto em uma aura mágica, que fará uma reza, entoará cantos sagrados, benzerá uns arquivos e tudo será resolvido.

Frequentemente me deparo com negócios desestruturados em que seus gestores desejam “fazer alguma coisa para melhorar os números”, algumas vezes almejando ações na internet ou e-commerce.

 

A pior coisa que pode acontecer a esta empresa é a ação de marketing dar CERTO.

 

É a hora de sentar com os tomadores de decisão e explicar que, enquanto a empresa não estiver arrumada, com seus processos entendidos e funcionando, qualquer aumento de volume ou inclusão de novos processos será perda de dinheiro, tempo e credibilidade.

 

“A força de uma corrente é medida pelo seu elo mais fraco”.

Não adianta ter um site lindo, com conversões objetivas e claramente destacadas, se não houver alguém com a responsabilidade de ler regularmente os e-mails gerados pelos formulários. Não adianta estar com o e-commerce online e não ter logística para entrega dos produtos.

 

Sinto muito, senhores, mas não há milagres. Não importa o tamanho de sua empresa, não importa o faturamento. Tenha a “casa minimamente arrumada”, entenda como funciona seu negócio, quais são seus pontos fortes, pontos fracos, saiba aonde quer chegar. Aí sim, passo a passo as coisas vão acontecer, sem milagres, mas com muito trabalho, com a cabeça nas nuvens e pés no chão.

 

Fonte: http://webinsider.uol.com.br/2012/11/19/empresas-a-espera-de-um-milagre/

 

19/11/2012

9 perfis empreendedores: qual é o seu?

Por Andrea Teixeira Guilhermon – @DeaGuilhermon

 

O homem primitivo já tinha perfil empreendedor, pois para sobreviver naquela época era preciso construir suas próprias ferramentas. As civilizações antigas, como os egípcios, já detinham conhecimentos para as construções de suas pirâmides, o desenvolvimento da agricultura, entendimentos de matemática e engenharia.

O comportamento empreendedor faz parte da humanidade há milhares de anos, mas a condição de observação e estudo deste “modus operandi” no homem, em ser e agir, só ganhou notoriedade com as transformações sofridas nestes dois últimos séculos. Indicando que é algo relativamente novo, os apontamentos e registros ocorridos no comportamento empreendedor devem-se muito à quantidade de invenções que apareceram e transitaram, revolucionando assim esses novos tempos.

A tão falada inovação ocorreu porque vários empreendedores, por necessidade ou visão futura, fizeram que novos métodos e adventos fossem testados e acompanhados com maior clareza de entendimento e adequação, causando assim sua operacionalidade e trazendo à tona a revolução de todo conhecimento.

O momento em que vivemos pode ser assinalado como a Era do Empreendedorismo. Isso porque são os empreendedores, em sua natureza mais simples ou técnica, que estão alavancando economias, quebrando paradigmas comerciais e culturais, diminuindo percursos, revitalizando conceitos e implementando diuturnamente a globalização em várias esferas. O mundo observa um movimento frenético, mas muito necessário à perpetuação de nossa espécie como seres pensantes, onde a economia e todo processo de negociação passa por transição através dos empreendedores e seus adventos, sejam tecnológicos ou sociais. No âmbito atual, há um favorecimento para o aparecimento de uma quantidade maior de empreendedores, e com isso a necessidade de distinguir e conceituar os perfis, tipologia e suas características.

Em citação correlata com Shumpeter (1949), Dornelas (2001) diz que “o empreendedor é aquele ser que tem a necessidade de destruir ou deixar de fazer uso da economia existente”, para que sua conotação de posicionamento a negócios, produtos ou serviços através da inovação aconteça de modo organizado com a extração de novos recursos – seja este tangível ou intangível.

Para começarmos a entender o perfil e tipos de empreendedores existentes, registramos o que nos diz Peter Drucker, que salientou que talento não é necessário ao empreendedor diretamente. Mas sim que o desejo de aprender, de investir tempo, de ser disciplinado, de se adaptar e implementar diretrizes e práticas para o sucesso, seja ele empresarial ou pessoal, é o que o forma e impulsiona.
Aprendemos que empreendedor é todo aquele que cria um novo modelo de negócio, a partir da identificação de uma oportunidade. Seja ela uma oportunidade por crise, necessidade, visão, desejo ou condição. Ser um empreendedor é vestir a couraça de um agente de transformação, seja em sua vida pessoal ou de todo um grupo envolvido no processo.

Empreendedor é uma palavra que vem do latim imprendere que significa “decidir realizar tarefa difícil e laboriosa” (dicionário Houaiss da língua portuguesa, 2001), “colocar em execução” (dicionário Aurélio). A ideia de um espírito empreendedor está de fato associada a pessoas realizadoras, que mobilizam recursos e correm riscos para iniciar algo, pessoal, social ou de negócios.
Veja abaixo nove perfis de empreendedores:

EMPREENDEDOR NATO
Desde cedo por motivos próprios ou influência familiar, demonstra traços de personalidade comuns aos empreendedores, o desenvolvimento de tal vocação tem forte relação com o tipo de autoridade familiar e o ambiente motivacional, tais como escala de valores e percepção.

EMPREENDEDOR HERDEIRO
Possui ou não as características do empreendedor. Ser empreendedor por afinidade e vocação, dá continuidade do empreendimento em que se encontra desde cedo.

EMPREENDEDOR FUNCIONÁRIO
Possui características de empreendedor, sente ao longo de sua carreira na empresa que trabalha a necessidade de abrir o seu próprio negócio, pelas interferências burocráticas da empresa, não podendo colocar em prática suas ideias.

EMPREENDEDOR INESPERADO
É uma pessoa que vê a oportunidade, se apega a ela e muda seu modo de viver para se moldar ao negócio que ela deseja gerir.

EMPREENDEDOR SERIAL
É a pessoa que cria oportunidade frequentemente, não tende administrar todas as suas empreitadas, mas sim delega a alguém que tenha mais experiência em gestão. Seu foco é criar e desenvolver novos negócios.

EMPREENDEDOR CORPORATIVO
É um profissional que há dentro das grandes e médias empresas, que busca sua autonomia de ação – pois não a detém integralmente, querem resultados substanciais e são pessoas bem comunicativas.

EMPREENDEDOR SOCIAL
É o profissional que tem como missão de vida própria a realização de projetos que beneficie a construção de um mundo melhor.

EMPREENDEDOR NORMAL
É uma pessoa que trabalha dentro das metas; não corre risco que não sejam calculados e planeja o futuro de forma clara e quase tangível aos que estão em seu lado.

EMPREENDEDOR POR NECESSIDADE
É uma pessoa que por necessidade de sobreviver e reter resultados de suas tarefas e ações, cria sua “tábua” de trabalho, sua plataforma de ação.

12/11/2012

A comédia dos erros no atendimento

Por: EduardoZugaib

 

Ato 1: Almoço de domingo em família. Opção do dia: um restaurante. 3 casais se acomodam, na casa ainda vazia. A movimentação despertou outros clientes, motivados pela sinestesia percebida naquele ambiente. Afinal, intuitivamente sempre optamos por lugares onde já esteja acontecendo algo. Nos pedidos, nada extravagante: apenas o usual de uma cantina italiana, cujos pratos são relativamente fáceis de preparar.

Ato 2: Chega o prato do primeiro casal, que inicia a refeição. Minutos depois, vem o prato do segundo casal. Já o do terceiro casal… ah, o terceiro casal… viu a refeição dos acompanhantes sumir gradativamente, enquanto aguardava seu pedido.

Ato 3: Questionamento ao garçom. Resposta: o prato estava sendo finalizado. Justo ele, o mais simples de todos, o commoditty das cantinas italianas: uma simples lasanha. Em solidariedade, os primeiros casais ofereceram o excedente de suas porções, relativamente grandes.

Ato 4: Casa lotada, insatisfação no ar, burburinho. Indagado sobre o atraso, o garçom errou na mosca ao responder: “- Estou fazendo o que está ao meu alcance… mas o pessoal da cozinha está perdido”. O pânico instalou-se de vez quando, dirigindo-se à cozinha, o atendente chamou a atenção da turma, sendo ouvido por todos os presentes.

Ato 5: “- Por favor, cancele o pedido. Não tem mais porque você nos trazer essa lasanha agora…”. Desconcertado, o casal cujo prato furou olhava pela janela, comendo aquele que não era o seu pedido, já frio, para que o encontro em família não perdesse ainda mais o timing. Do nada, percebem um veículo saindo com um enorme botijão de gás, proveniente da troca recém feita.

Ato 6: Chega a lasanha, que sequer aterrissa sobre a mesa. Questionada sobre o cancelamento já feito a garota – que surgiu do nada – tenta justificar. “- Meus pais foram viajar e o pessoal está meio perdido aqui hoje…”.

Grand finale: O mesmo das empresas que insistem em não capacitar seus profissionais, com foco na melhoria do clima interno da equipe, no desenvolvimento de lideranças e no encantamento do cliente. Clientes insatisfeitos, passando adiante o relato da péssima experiência vivida naquele lugar. E provando mais uma vez que, investir em instalações atraentes e em comunicação externa, sem investir nas pessoas que promovem a mágica do encantamento, é receita certa para considerar-se fora do mercado num breve tempo. Bem mais rápido do que se imagina.

 

Fonte: http://www.administradores.com.br/informe-se/administracao-e-negocios/a-comedia-dos-erros-no-atendimento/67028/

 

28/10/2012

Mais que influenciador, consumidor infantil é decisor

Pesquisa do recém-lançado painel QPainel Kids & Teen, do Instituto Qualibest, mostra como as crianças entre 8 a 12 anos estão se relacionando com as marcas.

Rio de Janeiro – A relação das crianças com o consumo e com as marcas mudou. Mais do que influenciador, o público infantil se transformou em decisor de compra e, portanto, fundamental na escolha da linguagem e do formato de produtos e serviços. A conclusão é parte do primeiro estudo do recém-lançado painel QPainel Kids & Teen, do Instituto Qualibest, que identificou de forma qualitativa e quantitativa como os consumidores de 8 a 12 anos se portam na hora de se relacionar com as marcas.

A principal conclusão em relação a este consumidor é que para conquistá-lo, licenciamento de personagens, filmes ou desenhos em diversas categorias é o caminho mais fácil. De acordo com o estudo, 30% das crianças vão de forma rotineira aos supermercados com seus pais, que mudaram os hábitos de compras mensais e passaram a frequentar os locais semanalmente.

Nos corredores dos mercados – de forma mais persuasiva – ou em casa, 64% das crianças sempre pedem para que os adultos comprem alguma coisa para elas. Com pressão ou sem, eles acabam cedendo. “Na maioria das vezes as compras são efetuadas. Na cabeça dos pequenos, o produto sempre está associado a um personagem. Seja o iogurte do Bob Esponja ou o xampu do Hot Wheels, essa relação encurta a compra. Além dos pedidos, os próprios pais criam uma relação afetiva de levar algo com o desenho que o filho ou a filha gosta”, explica Lusia Nicolino, diretora de marketing e Inovação do Instituto QualiBest.

Não basta visibilidade

Do banheiro ao lanche da escola, passando pelas roupas que os pequenos usam, as marcas estão inseridas na vida das crianças e elas, por sua vez, as mencionam diariamente. Segundo a pesquisa do Qualibest, porém, não basta apostar na vibilidade garantida por marcas e personagens famosos. “Do ponto de vista de posicionamento, fica mais fácil para as companhias falarem de atributos de seus produtos tendo a Pucca ou o Homem Aranha para validá-los, mas se o benefício oferecido não for entregue, não vai ter recompra. O licenciamento é um artifício que garante um caminho mais simples, mas não se sustenta sozinho”, avalia a diretora de marketing e Inovação do Instituto QualiBest.

Fonte: Mundo Marketing – Isa Sousa.

22/10/2012

Mito 3 “As mudanças não eram necessárias”

Por: Ailton Carlini

Vamos abordar o mito 3. Dizem que: “Em time que está ganhando não se mexe”. Este é um ditado popular antigo e que assim como outros ditados costumamos repeti-lo sem perceber se ele realmente ainda faz sentido para os dias de hoje. É muito complicado para muitos dentro de uma organização perceber o porque de se mudar algo se os números são positivos, os produtos tem boa aceitação, o serviço é rentável e assim por diante.

Imediatamente após o anúncio de uma mudança importante, já é comum se ouvir pelos corredores e principalmente no “cafezinho” que: ”Esta mudança foi um erro. Nós estávamos bem melhor antes sem todas estas mudanças.” É possível até que no momento em que frases como estas são ditas, elas sejam verdadeiras, sob a ótica de quem as estejam falando. Mas e daí? E agora? Vai adiantar algo ficar remoendo um passado que não volta mais? As mudanças foram definidas. Dê rumo a elas.

Ficar discutindo se elas foram acertadas, feitas no momento oportuno, da forma correta ou não, em momento algum vai fazer com que elas desapareçam.  Esqueça estas questões que não irão levá-lo a lugar algum. As decisões foram tomadas e ponto.  O seu trabalho e de todos dentro da organização é fazer com que elas aconteçam o mais rápido possível e principalmente com que dê certo.

A empresa precisa é que todos “arregacem as mangas” e comecem a fazer as coisas acontecerem. Os momentos de grande turbulência tornam as empresas temporariamente vulneráveis, de modo que é neste instante que ela precisa contar com todo o esforço de todos funcionários, colaboradores, sócios e quem mais participar do projeto.

Se você ficar jogando conversa fora discutindo os motivos da mudança, todos sairão prejudicados, pois nos dias de hoje, e daqui prá frente, cada vez mais, a agilidade e a flexibilidade será fundamental para que as empresas atinjam seus objetivos.

Lembre-se de que são nessas horas de grande gasto de energia é que se percebe quem são os grandes líderes e mais do que isto, quem está dentro e quem está fora. Os períodos de mudança são sempre os melhores para que você  se mostre e se diferencie.  É agora que se percebe com quem se pode contar. Acredite, isto vai fazer toda a diferença na sua avaliação e mais do que no seu crescimento profissional seja dentro ou fora da empresa. Seus clientes e fornecedores irão perceber com muita clareza o seu comprometimento e a sua força visando implementar da melhor forma possível tudo que precisa ser feito.

Faça a diferença. Aceite o novo e SUCESSO.

 

Fonte: http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/blog-do-management/2012/10/22/mito-3-as-mudancas-nao-eram-necessarias/#more-19202

01/10/2012

Programa de geração de emprego e renda para empreendedores individuais

O que mais ouvimos no cenário empresarial de baixa renda é que não há ajuda ou recursos direcionados para o micro e pequeno empresário. Outras instituições e até mesmo órgãos públicos, criam linhas de financiamento para atender essa demanda, entretanto ainda verificamos altos índices de mortalidade no Brasil em relação ao amadurecimento das empresas que gerariam emprego e renda para as classes C, D e E.
Este fato nos remete a falta de educação empresarial e a escassez de planejamentos eficientes/ efetivos. Acompanhando de perto a trajetória de nossa cidade, um grupo de professores se uniu com intuito de criar um instituto para ser referência na disseminação da cultura empreendedora e da inovação cientifica e tecnológica, como fonte de geração de renda, criação e desenvolvimento de negócios, utilizando a educação e a consultoria como instrumentos para construção de uma sociedade mais consciente, participativa e capaz de transformar sua realidade.

Com intuito de diminuir as taxas de mortalidade dos negócios no Brasil, o Instituto Crie está com três cursos gratuitos na área de empreendedorismo aberto a todos aqueles que querem mudar sua história e por em prática seus sonhos de acordo com as oportunidades que o mercado oferece.

Os cursos que estamos ofertando são:

– Cursos de Empreendedorismo;

– Curso de Planejameno Estratégico Orientado para resultados;

– Curso de Atendimento ao Público e Gestão de Redes de Relacionamento.

 

Para maiores informações, acesse: www.crie.org.br/consultoria-empreendedora/cursos/

Ou através do telefone: 3043-5502.

 

As inscrições podem ser feitas através de email para: educacao@crie.org.br

Com os seguintes dados: nome completo, endereço, profissão, email e telefone para contato.